Decepcionado e constrangido Fraga deixa o União Brasil.

 

Alberto Fraga anunciou sua desfiliação do União Brasil nesta segunda-feira (21/03). Partido oriundo da fusão entre DEM e PSL, Fraga permaneceu no antigo Democratas por 19 anos, e deixou a legenda depois de se sentir desprestigiado pela direção nacional da agremiação, que preferiu o advogado Manoel Arruda em vez do ex-deputado federal para ocupa a presidência do diretório regional do partido no DF.

De acordo com a coluna grande angular do portal de noticia metrópoles, enquanto Fraga tinha a chancela do governado de Goiás, Ronaldo Caiado, Manuel Arruda, possuía a indicação do ministro da justiça, Anderson Torres.

O ex-deputado disse á coluna que duas palavras resumia seu sentimento em relação ao partido, decepção e constrangimento. 

O União Brasil desprezou os meus quatros mandatos de deputado federal, as disputas ao senado, ao governo do DF e escolheu o nome de um advogado que não tem um passado político. Disse ele, o que se percebe é que o ministro da justiça interferiu no processo de escolha do presidente da legenda. 

Fraga ainda disse que o Luciano Bivar e Antônio Rueda se sentiram intimidados e devem ter alguma culpa no cartório, porque com a rapidez que mudaram e desautorizaram o governador Caiado foi uma coisa impressionante que deixou a todos nós sem ação, disse Fraga.

Fraga ainda afirmou que integrantes do partido têm telhado de vidro. É lamenta que tenha havido intimidação do ministro Anderson Torres da justiça perante os dois cidadãos. disse ter receio no que o União Brasil pode se transforma, jogando a historia do Democratas na lata do lixo. Disse ele não dúvida que em breve o partido vai estar nas paginas policias.

Fraga disse já ter recebido convite de outras legendas, um deles foi do PL. deve ele anunciar sua nova legenda nos próximos dias.

Alberto Fraga iniciou sua carreira política em 1997, ocupando o cargo de assessor das policias militares da câmara dos deputados e também foi presidente do clube dos oficias da PM. 

Foi suplente de deputado pelo PMDB, com 21.244 votos, assumindo uma cadeira na câmara dos deputados, sendo eleito mais três vezes. 

Em 2002 foi eleito com 27.939 votos, e reeleito em 2006 com 95.514 votos, já pelo então PFL, partido da frente liberal. 

Licenciou-se do cargo de deputado federal no período de 2007 a 2010, quando ocupou o cargo de secretário de transporte do Distrito Federal. 

Em 2010 foi candidato a senador e teve mais de 500 mil votos, mas não foi eleito. 

Nas eleições de 2014 foi o deputado federal mais votado do DF, sendo eleito com 155.056 votos.

Em 2018 foi candidato ao governo do DF, e teve 88.840 votos ficando em 6º lugar. 

Da Redação: Notícias do DF                

                         

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