entrevista Eurípedes Júnior, Presidente Nacional do PROS

 


Eurípedes Júnior disse que o PROS está organizado para alcançar a cláusula de barreira nessas eleições

Eurípedes Gomes de Macêdo Júnior é brasiliense e nasceu em 1975. É um político brasileiro. Fundador e presidente do Partido Republicano da Ordem Social (PROS)
Sua carreira política começou como vereador em Planaltina Goiás no ano de 2009, assumindo como Presidente da Câmara Municipal. 
Percorreu pelo Brasil, durante 05 anos, colhendo assinaturas para a criação do PROS, que foi registrado pelo TSE em 2013.
 Foi Secretário de Desenvolvimento da RIDE no DF. 
Em 2014, foi candidato à Deputado Federal pelo Goiás, ficando na suplência com 72.781 votos. 
Atualmente, trabalha diuturnamente para filiar pré-candidatos no país para alcançar a cláusula de barreira do Partido nessas eleições de 2022.
BSB. 
Gostaríamos de saber um pouco mais da Fundação do PROS, parece ser muito difícil criar um partido. 
Como você conseguiu esta façanha, onde nem mesmo o Presidente da República Bolsonaro conseguiu?
EJ. Conseguimos fundar um partido, por que coloquei tudo o que eu tinha nesse projeto e me dediquei a ele integralmente, vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana. 
Não só eu como toda a minha família e amigos. 
Minha mãe foi uma peça fundamental. 
Na época, a Marina Silva, que havia sido Senadora e disputado a Presidência da República com votação expressiva, não conseguiu montar o partido Rede. 
E mais recentemente, até mesmo o Presidente da República também não conseguiu montar. Fundar um partido não é fácil. Por isso que há tantos aventureiros tentando tomar de assalto.
BSB. Como está a construção da Cláusula de Barreira do partido para continuar existindo? Hoje, o PROS tem quantos deputados federais e senadores?
EJ. Atualmente o PROS conta com dez representantes na Câmara dos Deputados e três no Senado Federal. Estamos com chapas competitivas em todo o Brasil e estamos convictos que atingiremos com folga a Cláusula de Barreira.
BSB. Numa onda de Federação de partidos grandes com partidos pequenos, o PROS vai se federar com alguma legenda?
EJ. Não vamos federar com nenhum outro partido, pois a federação representaria a diminuição da quantidade de vagas disponíveis para lançar candidaturas, e nosso objetivo é lançar o maior número possível de candidatos e candidatas para atingirmos a cláusula de barreira.
BSB. Como está a construção da nominata do PROS para deputados federais e distritais no DF?
EJ. Estou acompanhando de perto a construção da Chapa de Federais e Distritais no DF com o Virgílio Neto, que tem conduzido bem a situação.
BSB. Como será a participação do PROS no Goiás, local de sede nacional do partido, bem como de seu domicílio eleitoral?
EJ. Estamos construindo uma chapa que deve reunir algo em torno de 10% dos votos possíveis do Estado com pré-candidatos já experimentados nas urnas. A expectativa é a eleição de três federais e quatro estaduais.
BSB. 
Conte um pouco dos resultados de votações nacionais do PROS que lhe dá tanta segurança que vai alcançar a cláusula de barreira para continuar existindo.
EJ. Em 2019, o PROS, que tinha apenas seis anos de existência, de 35 partidos com registro no TSE, foi um dos 21 partidos que passaram a cláusula de barreira. Para 2022, o Partido virá mais bem preparado e adquirimos mais experiência na montagem das chapas.
BSB. Em tempo de polarização e terceira via patinando, como serão as alianças nacionais do PROS e quais orientações para os Estados?
EJ. No primeiro turno, o PROS deverá seguir neutro e se posicionar apenas em caso de um segundo turno.
BSB. Obrigado por participar do nosso quadro de entrevistas do Xadrez Eleitoral.
EJ
. O PROS agradece.

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