Polícia apura relação de Lázaro com empresários e políticos


A polícia de Goiás acredita que o assassino em série Lázaro Barbosa não agia sozinho; antes, fazia parte de uma organização criminosa que reunia desde fazendeiros a políticos da região. 
As informações foram reveladas pela delegada Rafaela Azzi ao programa Fantástico.
– Nessa organização criminosa, a gente já levantou que pessoas importantes participam dela. Nós temos empresários, fazendeiros e políticos – conta Azzi.
As investigações apontam o fazendeiro Elmi Caetano como um dos suspeitos.
A política acredita que Elmi pode ter sido o mandante da chacina executada por Lázaro em Ceilândia, no início do mês de junho. 
A hipótese é de que o serial killer tenha sido contratado para cobrar uma dívida da família Vidal e assassiná-la, caso ela não a quitasse.
– Considerando que havia um laço anterior, que o Lázaro já era conhecido do proprietário e que, na entrevista [conversa com a delegada], o proprietário fala que aquela família devia um dinheiro a ele, nós não descartamos a hipótese de que ele [Elmi] tenha realmente usado Lázaro para cobrar a dívida e, em não [a] recebendo, matar aquelas pessoas – explica Azzi.
Uma gravação encontrada no celular de Elmi indica que ele ajudava a esconder o criminoso.
– Ele está dormindo lá, naquele barraco onde a mãe dele morava – diz o fazendeiro no áudio em questão.
A defesa de Elmi rechaçou as suspeitas contra o seu cliente e disse à equipe do Fantástico que, no Brasil, não existe prisão perpétua e que o fazendeiro sairia da cadeia. Questionado se a fala teria sido uma ameaça, o advogado disse que se tratava de um “aviso”.
Além do fazendeiro, a viúva de Lázaro, Ellen Vieira, e a ex-mulher do criminoso, Luana Cristina, também são suspeitas de ajudar Lázaro a se esconder.

Fonte: Pleno News

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